Os casos de coronavírus (COVID-19) já passam de 200 mil em todo o planeta. Classificado como pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença vem causando enorme impacto tanto na economia, como no modo de vida das pessoas. Com decretos de isolamento social e medidas de segurança recomendadas pelos órgãos de saúde, muitas empresas estão colocando seus funcionários em regime de home office (trabalho em casa).

No entanto, muitas companhias ainda não estão adaptadas a este novo ambiente e não possuem estratégias para o trabalho remoto. Neste post, queremos mostrar como o Cloud Computing e o Edge Computing podem ajudar a atravessar este novo momento com segurança, eficiência e produtividade. 


É uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China e provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19). Os sintomas mais comuns são: tosse seca, febre, dificuldade respiratória aguda e insuficiência renal.

A chamada computação em nuvem é a tecnologia que permite o uso remoto de recursos da computação por meio da conectividade da Internet. Ela faz com que não se precise mais a manutenção de infraestrutura de data center, economizando espaço e gastos com energia, além de ser flexível, podendo ser contratada sob demanda. 

 

A nuvem pode ser:

Nuvem publica

Pública:

mais barata, pois os custos de hardware, aplicativos e largura de banda são cobertos pelo provedor. A empresa paga somente pela capacidade utilizada.

 

 

Nuvem Privada

Privada:

criada para um único negócio, é indicada para empresas que gerenciam dados muito sensíveis, como transações financeiras, por exemplo. Ela também serve muito bem para negócios nos quais a cultura de controle interno é bem rígida.

 

 

Nuvem Híbrida

Híbrida:

mescla os dois modelos anteriores, visando extrair o melhor de ambos e desempenhar funções distintas dentro de uma mesma organização

Hoje, praticamente tudo o que consumimos na Internet está na nuvem: serviços de streaming, sites, armazenamento de arquivos e aplicativos e serviços digitais.


No home office:

o grande desafio do trabalho remoto é ter acesso, com segurança e agilidade, aos arquivos e ferramentas necessários para se manter a rotina das operações. Com a nuvem, os funcionários podem acessar todas as informações de qualquer dispositivo (computador, notebook, tablet, smartphone…) conectado à Internet.

Tudo isso é realizado de modo eficiente, dentro de um ambiente adequado e monitorado, com servidores atualizados, além de suporte, assistência técnica 365x24x7, backups e protocolos de disaster recovery.  

A chamada ‘computação de borda’ vem para ser a próxima geração da tecnologia de cloud. Mas não vem para substituir, mas, sim, para complementar. 

Enquanto a nuvem centraliza dados em servidores únicos e possivelmente distantes, o edge computing aumenta a eficiência dos dispositivos conectados já que o objetivo é se aproximar ainda mais da fonte de dados. Com isso, o processamento ocorre o mais próximo possível do local do usuário ou da fonte de dados diminuindo a latência, exigindo menor largura de banda e aumentando a velocidade.

No home office:

não sendo necessário chegar até a nuvem, além da diminuição da latência, o tempo de resposta do processamento das informações é reduzido, facilitando uso por redes de menor potência, como as domésticas. Sendo assim, pode-se realizar análises de dados mais rápidas e instantâneas, diminuindo o tempo das respostas. 

Certas demandas precisam de um alto desempenho, que dependem de computação veloz para fornecer decisões mais rápidas. Ou seja, caso algum gestor precise consultar um dado, ele pode optar por armazenar a informação na Edge.

Quer conhecer esses e outros os benefícios com mais detalhes? Então não deixe de conferir as atualizações de nosso blog. Em breve, traremos novidades. Até lá!